A dúvida na hora de escolher entre um software jurídico gratuito e um sistema pago é muito comum entre advogados, desde os que acabaram de iniciar no ramo até os mais experientes. Afinal, um bom software é um grande aliado dos advogados autônomos e dos escritórios que querem crescer profissionalmente.

No momento de bater o martelo, o fator preço acaba sendo o principal critério. Afinal, iniciar um negócio envolve uma série de gastos e investimentos, não é mesmo? E talvez esse seja o ponto principal a ser avaliado: na sua opinião, contratar um software jurídico logo no início do negócio é um gasto ou um investimento?

Para ajudar nessa reflexão e contribuir para que você tome uma decisão mais segura e vantajosa, destacamos 5 critérios importantes para levar em consideração antes de contratar um software jurídico gratuito. Para saber quais são eles e entender melhor a importância de um sistema jurídico na sua rotina, é só continuar a leitura!

Critérios na escolha de um software jurídico gratuito:

  1. Valor e preço são coisas diferentes

Qualquer investimento, principalmente no início do negócio, necessita planejamento estratégico! No entanto, é preciso estar claro que preço e valor são coisas diferentes. Por isso, ainda que, depois de analisar as vantagens e desvantagens, você opte por um software jurídico gratuito, é importante saber o valor do produto que está adquirindo.

Para isso, compare os ganhos e as limitações que vêm acompanhadas da gratuidade. Existem no mercado alguns programas jurídicos que são gratuitos por tempo limitado – esse período normalmente varia entre 1 e 3 anos. Tem também sistemas que possuem um plano freemium, nome dado ao plano gratuito de uma ferramenta paga. Nesse caso, o plano freemium (ou gratuito), é o mais básico e conta com limitações de funcionalidades.

Como ainda existem acordos de fidelidade, é extremamente importante avaliar as funcionalidades dos softwares jurídicos gratuitos antes de vincular-se a eles. Se elas não atenderem às suas necessidades, talvez não valha o investimento de tempo para aprender a usar e implementar uma ferramenta que logo vai deixar de atender as demandas do seu cotidiano. Afinal, se o seu escritório ou a sua atuação autônoma crescerem rapidamente, é muito provável que logo você vai ter que pagar por um software para advogados ou contratar pacotes para receber todas as atualizações dos Tribunais e dos Diários Oficiais.

2. Pense no futuro do seu negócio jurídico

O ideal é que a ferramenta que você vai escolher seja compatível com o que você deseja para o futuro do seu negócio. Assim, você já começa de maneira estruturada e segura, e a sua preocupação com o futuro pode ser totalmente dedicada às ações de desenvolvimento da sua advocacia, como a aquisição de novos clientes e as questões intelectuais do seu trabalho.

Por isso que o preço não é (ou não deveria ser) o único critério de escolha. Afinal, o seu negócio pode sofrer as consequências de uma decisão pouco estratégica em médio e longo prazo. Se no futuro você optar por trocar o software jurídico gratuito para um pago, por exemplo, além precisar cadastrar todos os dados novamente ou fazer a migração desse conteúdo (saiba como migrar de programa para advogados sem perder dados importantes), vai precisar passar por um novo processo de aprendizagem.

Nós já falamos algumas vezes aqui no blog sobre como o software para advogados Astrea acompanha as mudanças no escritório de advocacia e é o braço direito de escritórios e advogados que buscam a escalabilidade de seus negócios. Além de ser um sistema online completo para gerenciar processos, casos, clientes, tarefas, equipes e o financeiro, o Astrea se adequa ao momento do advogado e do escritório, tanto em preço quanto em valor.

Por não haver qualquer contrato de fidelidade, é possível mudar de plano quando for preciso, adicionar novos usuários e contratar novos créditos para receber mais publicações. Para escritórios que contam com um profissional de secretariado executivo (ou secretária de advogado), estagiário e/ou outros advogados, existe a possibilidade de cadastrar diferentes perfis de acesso, para que cada colaborador visualize, alimente e altere informações no sistema que forem coerentes com suas respectivas competências.